terça-feira, 5 de abril de 2016









































































VISITA AO MUSEU AFRO

          O Museu foi inaugurado em 2004, na gestão de Marta Suplicy a partir da coleção particular do Diretor Curador Emanoel Araújo, o Museu Afro Brasil construiu, ao longo de 10 anos, uma trajetória de contribuições decisivas para a valorização do universo cultural brasileiro.

          Localizado dentro do Parque do Ibirapuera, o museu conta com três pisos, de esplêndidas obras compostas com os mais diversos tipos como: fotos, livros, roupas típicas, esculturas, e coisas que são imagináveis para quem não foi visita-lo.
           As obras contam a história da chegada dos africanos no Brasil desde o seu primórdio e toda a sua trajetória, através de obras diversificadas, e com o resgate da cultura Afro-Brasileira.

          O museu conta com uma programação efetiva, aberto à visitação do público e conta também com exposições agendadas e projetos e programas culturais, tendo ainda um teatro com capacidade para 150 pessoas, assim existem múltiplas possibilidades de trabalhos a serem realizados no ponto de vista acadêmico, cabendo ao educador usar a sua criatividade e conhecimentos para realizar um trabalho grandioso , podendo agendar uma visita, e então fazer um trabalho antes, e então uma visita focada, e posteriormente um trabalho para a conclusão da visita, a riqueza das obras são tantas que fica difícil fazer uma escolha por determinada linha.

         Um educador criativo, poderá, mesmo sem a possibilidade de o grupo todo fazer a visita em uma mesma data, solicitar que os educandos visitem o museu, após uma explanação do museu, com uma amostragem do site, para que os mesmos tenham uma ideia do que vão encontrar, e então preparar uma sequência didática, sobre o assunto, gerando com isso conhecimentos imensuráveis em diversas áreas, como: português, história, geografia e artes mais especificadamente.

Do ponto de vista da integrante do grupo, Silvia:

          O museu, afro brasileiro tem um acervo riquíssimo de detalhes, que fala da cultura africana, como a escravidão, dos conhecimentos e reflexões a respeito da linguagem da cultura afro brasileiro, desde o período colonial até os dias de hoje. Porém nem todos os acervos são identificados, o que dificulta à análise.
          Muitas pesquisas ficam no imaginário e na interpretação do visitante. O museu tem muita riqueza histórica e artística do povo africano como suas religiões afro brasileiro, memória e história das artes plásticas, exibe obras variadas, só falta instrutores para que o povo possa usufruir e adquirir muito mais conhecimento da cultura afro que é tão rico.

No olhar da integrante do grupo Maria Socorro:

          O Museu Afro-Brasil tem mais de cinco mil obras, que abrange diversas áreas de múltiplos universos culturais, como africanos, indígenas e como o nome já explícita afro-brasileiro. Os espaços são divididos tematicamente, ou seja, o acervo abrange aspectos da arte, na religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho escravo, das festas populares, assim registrando os fatos históricos, artísticos. São as importantes contribuições africanas para a composição do povo brasileiro.
          Sua coleção dispõe de gravuras, desenhos, pinturas, esculturas, aquarelas, documentos históricos, fotografias, mobiliário, primárias, cestarias, cerâmicas, obras têxteis; entre outras obras feitas desde o século XVI até os dias atuais.

          Ao visitar o museu fica difícil destacar o que mais chama a atenção, porque tudo lá é encantador, além das exposições permanentes existem as itinerantes.
          O que eu posso afirmar em relação a tudo que vi é que gostei muito, fiquei maravilhada com a variedade de convencimento que o museu oferece, porém ficaria mais satisfeita, se lá existisse um guia permanente para explicar o significado das obras. Por que não é fácil fazer as leituras internas e externas de uma obra, até mesmo quem tem mais conhecimento, tem dificuldades nesse sentido.
          A minha visita ao museu foi muito gratificante, conheci obras que nem imaginava, lá é bem aconchegante o visitante fica à vontade, só falta instrutores para orientar sobre algumas obras.
          É um ótimo para passear, pesquisar e conhecer muito da cultura afro brasileiro foi muito bom, gostei e recomendo.

Na visão da Integrante do grupo, Irani:

          O museu Afro atrai as pessoas pela história verídica da África. O local mostra fotos e alguns relatos e histórias sobre os líderes que comandavam algumas aldeias, mostra claramente o sofrimento dos negros, as maneiras como eram os castigos e o tronco que ficavam presos. O museu atrai pessoas de várias culturas, mobiliza as pessoas diante o racismo, muitos com certeza saem do museu encantados e com seus conceitos repensados.
          O museu afro brasileiro, atraí gente dos quatro cantos do planeta interessados em conhecer esse patrimônio, onde abarca diversos dos universos culturais africanos e afro brasileiros. O museu trabalha sobretudo na ideia de autoestima. Por isso temos que contar toda a história, arte e memória que está escrito na História geral do Brasil.

            Dentre as mais diversas obras podemos destacar as fotos que estão postadas.

2 comentários:

  1. Neste blog puder percebe os lugares que o grupo visitou lugares bem conhecidos por todos, mas também rico em informações, pois são lugares que tem atividades e exposições constantes, foto registra a passagem de exposições pelo lugar, mas acho que poderiam ter escolhido lugares não tão conhecidos, pois assim trariam novos olhares e novos saberes e assim aumentando o conhecimento artístico de um todo.

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  2. Olá, achei lindas as imagens do Museu Afro, fiquei curiosa em conhece-lo, pois segundo os os comentários de vocês há pluralidade cultural, histórica e social neste local. É um espaço cultural que, na minha simples opinião, é oportuno para nós como educadores promover visitas com nossos alunos. Pode ser uma das ferramentas para o ensino da história, cultura, crença africana e indígena brasileira e de outros povos também, de maneira que reflitam, com intuito de aprender a respeitar e cuidar dos patrimônios, das obras e manifestações artísticas espalhadas pelo país, além saber se posicionar contra a discriminação e preconceito das diferentes culturas, crenças, etnias e características artísticas individuais. Parabéns.

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