terça-feira, 22 de março de 2016

Meu desenho reescrito dos Retirantes,na aula de artes.

Coração Triste.

Arte é um estado de qualquer manifestação representativa. Arte pode ser uma simples observação desde que se possa transmitir a outrem. Artista diferentemente de artesão é o que cria que inventa a partir do nada. Uma ideia e um pincel, uma câmera, um instrumento, uma folha de papel. 
A arte é sem duvida a maior expressão de sentimento a que pode aspirar a humanidade, a que emociona, que transmite uma informação de sentimentos diferentes.

Desenho de arte que representa os retirantes feita na aula passada.

segunda-feira, 21 de março de 2016

ARTE É CONSTRUIR, É CONHECER, É EXPRIMIR

     Para superar visão de senso comum e os riscos de reduzir a arte a apenas um aspecto, podemos considerar a contribuição de Luigi Pareyson e refletir sobre a arte como construção, como conhecimento e como expressão.

  Didaticamente separadas, mas que acontecem de forma imbricada, num encontro entre objetividade e subjetividade, consciente e inconsciente, razão e emoção.



domingo, 20 de março de 2016

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18/05/2007 15:25

As esculturas em aço de Nino Ferraz: um mundo fantasmagórico através do desejo de liberdade

Museu de Arte do Parlamento de São Paulo

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Nino Ferraz
Artista possuidor de uma cultura que contempla um preciso território das artes contemporâneas - do neo-plasticismo ao construtivismo e ao concretismo na sua mais ampla acepção - Nino Ferraz apropriou-se rapidamente de meios lingüísticos que experimentava. Após as iniciais mutações, começou a delinear uma imagem onde a fórmula de laboratório cede, gradualmente, a uma implantação mais livre e solta na sua incisiva elaboração. Nela usa intervenções cromáticas - geralmente vermelhas - entendidas a dar relevo a toda a intrínseca conexão formal.

Levando a sua aventura escultórica além de toda distância metafísica, constrói com rara capacidade inventiva e com sensível gosto expressivo uma espécie de mundo fantasmagórico onde evocação e memória, sonho e realidade, céu e terra, parecem se fundir num caleidoscópio de sensações. Mesmo ligando-se ao fio de Ariadne numa percepção física e naturalística, Nino Ferraz nos transporta a uma dimensão insólita e nova sobre inúmeros aspectos.

Esse escultor une, ao benefício da idéia, ao elemento inventado, o elemento realístico. A forma é obtida de uma serie de torções que incidem sobre seus sulcos num jogo sutil de plenos e vazios. Seus trabalhos esculturais exprimem o homem de nossos dias: a sua vida desumana, o seu permanecer envolvido entre estruturas opressoras, o seu desejo insubstituível de liberdade, o seu espírito de romper toda e qualquer amarra.

Nino Ferraz nos propõe através do aço esses temas. Seu atual panorama de obras nos relança essa mensagem. Módulos geometrizantes ou torcidos, estruturas, volumes, espaços, luzes, sombras, cor, técnicas de vanguarda, em suas composições afloram sempre o repudio a uma tecnologia desumanizante.

Espaços luminosos abertos a respirar além de qualquer estrutura: diáfanas velaturas delicadas contrastam e sobrepõem a estruturalidade dos primeiros planos. Corajosos lances cromáticos rompem toda a estruturalidade demasiada.

Vale salientar que a atitude de pesquisar - própria dos arquitetos - levou o artista Nino Ferraz a postular um definido "princípio" estilístico com a finalidade de prospecta-lo em uma pluralidade de versões. Assim é a obra Coral em Aço, doada ao Museu de Arte do Parlamento de São Paulo, onde a leveza de sua escultura em relação ao peso do aço se deve ao equilíbrio e ao movimento giratório que a obra possui.

O artista

Pintor e escultor do aço Nino Ferraz, pseudônimo artístico de Antônio Ferraz de Andrade Filho, nasceu em São Paulo em 1930. Cursou a Escola de Belas Artes de São Paulo (1947) e formou-se em arquitetura pela Faculdade Mackenzie (1951).

Desde muito jovem interessou-se pelas artes plásticas, tendo iniciado seus estudos de pintura, aos 14 anos com o professor Antônio Rocco. Executa suas esculturas partindo de chapas de cobre que dobra a mão e fundindo-as após em Bronze. O artista ligou-se ao movimento "Compressão metálica" do escultor francês César Baldaccini.

Sua primeira exposição com esculturas em aço foi em 1961 no Instituto de Arquitetos do Brasil. É autor do grande afresco (4,00 x 5,00m) existente na Capela Santina da Igreja da Cruz Torta em Alto de Pinheiros, representando os sete Sacramentos, além das esculturas em tela de arame que constituem a Via Sacra.

Entre as diversas exposições individuais que participou, destacamos: Galeria Ipanema e Galeria Shelly, Rio de Janeiro, RJ (1986); Artexpo Jacob Javits, Nova York (1991); Conciérge Gallery, Miame Estados Unidos (1992); Clube Atlético Paulistano (2000); Casa da Fazenda do Morumbi (2003); expõe permanentemente na Granja Viana, (Avenida São Camilo, 384).

Nino Ferraz introduziu recentemente em suas esculturas, formas, desenhos, equilíbrio e movimento giratório lançando assim a "Arte Compressiva Dinâmica" - a leveza do aço.

Suas obras constam de acervos particulares no Brasil, no Exterior e no Museu de Arte do Parlamento de São Paulo.
Coral

quinta-feira, 17 de março de 2016


        Meu Perfil

    Eu Silvia Regina atualmente estou me dedicando ao término da faculdade, faço escola da família e estou terminando meus estágios obrigatórios.

quarta-feira, 16 de março de 2016

Escultura do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Aleijadinho: Detalhe do Cristo carregando a cruz, início do século XIX, parte de um grande grupo no Santuário do Bom Jesus de Matosinhos.
Bruno GiorgiMeteoro, 1967-1968.Palácio do Itamaraty, Brasília.
escultura no Brasil acompanhou as correntes estéticas que animaram o desenvolvimento desta arte em outros países do ocidente, especialmente os europeus, de onde vieram as principais influências que fecundaram o solo artístico brasileiro. Ao longo dos últimos 500 anos de sua história, o Brasil testemunhou florescimentos particularmente ricos da escultura nos períodos Barroco, com um estilo geral unificado, e a partir do Modernismo, quando predomina a diversidade.[1]
A arte da escultura se firmou no país primeiro pela força da religião, manifestando-se quase sempre no terreno da estatuária devocional, sendo parte importante no culto Católico. Depois de um início naturalmente tímido e amador, ao longo dos difíceis anos de conquista e povoamento do território pelos portugueses, uma época de lutas sangrentas e asperezas de todas as ordens, quando o Brasil iniciou uma fase de consolidação socioeconômica e relativo avanço civilizatório, entre fins do século XVII e o início do século XVIII, a escultura brasileira viria a ganhar inúmeros adeptos, incluindo muitos mestres altamente qualificados, expressando-se em um estilo Barroco, então a corrente dominante na arte europeia, incluindo na lusa, sempre a grande referência. Paralelamente, desenvolveu-se com grande riqueza a escultura aplicada, na forma do entalhe decorativo em estruturas arquitetônicas, como a talha dourada das igrejas e os adornos em relevo em fontes públicas e fachadas, ou como elemento integrante de mobiliário e outros objetos utilitários.
Este ciclo perdurou com crescente solidez estética e técnica e abundância produtiva até o início do século XIX, sempre baseado num sistema de produção corporativo, onde o anonimato e o trabalho coletivo e semi-artesanal eram a regra. Este quadro viria a mudar acompanhando uma série de mudanças sociais, administrativas e culturais na nação em vias de formação, mas ainda uma colônia. Dois marcos foram fundamentais neste processo de transição: a transferência da corte portuguesa para o Brasil, fugindo deNapoleão, situação que acabaria levando o Brasil à independência de Portugal, e a atuação da Missão Artística Francesa, que sintetizou a corrente neoclássica, a grande voga cultural na Europa neste período, e introduziu a metodologia acadêmica, o mais gabaritado padrão de ensino sistematizado e de nível superior praticado no Velho Mundo, ao organizar a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios. O impacto entre dois universos tão distintos foi trabalhoso, gerou muitas resistências, disputas e mesmo prejudicou a expansão da arte escultórica no país por quase toda a primeira metade do século XIX.
Na maturidade de Dom Pedro II a antiga Escola Real, ora Academia Imperial de Belas Artes, passou a centralizar todos os avanços artísticos de um país que ansiava pela modernização e queria ter uma arte que o representasse dignamente no concerto das nações progressistas e liberais. Consolidava-se o sistema acadêmico, baseado na imitação dos mestres consagrados, e se iam incorporando novidades estéticas, como o Romantismo e o Realismo, ao estilo neoclássico dominante, gerando uma arte eclética. No entanto, a escultura sempre ficou em segundo plano, sendo ofuscada pela pintura, a "grande arte" da época, e por isso deu relativamente poucos frutos de maior qualidade. No fim do século XIX, sob a influência de novas ideias, novas tecnologias e novos hábitos de vida, a escultura nacional se veria revigorada, ampliando-se o número de praticantes e as aplicações da arte. Mas, ao mesmo tempo, uma profunda crise de valores agitava a cultura de todo o ocidente.
Surgia o Modernismo, uma contestação maciça do cânone acadêmico e de tudo que significasse autoridade e tradição, em nome da liberdade de pesquisa e da individualidade criativa. Desde então o panorama se pulverizou em uma enorme quantidade de tendências estéticas, absorveram-se, com marcada veia experimental, materiais e procedimentos jamais cogitados por escultores acadêmicos, perderam-se os limites nítidos entre as categorias artísticas, o próprio conceito de escultura, antigamente baseado no entalhe e na modelagem, foi largamente ampliado para abranger todos os aspectos relacionados à tridimensionalidade, à espacialidade e à temporalidade, elaborou-se todo um novo discurso teórico e um novo enquadramento sócio-político-econômico, e pluralidade se tornou a palavra de ordem dos contemporâneos, com uma produção que vem ganhando crescente reconhecimento internacional.
fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Escultura_do_Brasil
E, por falar em arte veja que coisas lindas nessas fotos...... mas não somente eu e a Maria .... mas os objetos.

O que é Arte


Arte, cujo significado é técnica ou habilidade, vem do latim “ars”, podendo ser compreendida com manifestação estética ou de comunicação criada através de algum tipo de linguagem. A arte pode ser encontrada em obras de pintura, escrita, música, dança, arquitetura, escultura, cinema e, mais atualmente, em criações digitais.
Arte é uma atividade humana das mais antigas, sempre ligada a uma percepção, ideia ou emoção, estimulando tanto a consciência do criador da obra quanto dos que a apreciam, podendo cada uma dessas obras ser considerada única e diferente.
Artistas, de uma forma geral, procuram manifestar suas emoções e ideias através de algum estilo ou meio de comunicação. Segundo a filosofia, a arte é uma intuição, é uma expressão do mundo imaterial projetada no material, com a inspiração adquirida do próprio mundo material e utilizando artefatos desse mesmo mundo para, como diz Aristóteles, criar uma imitação da realidade. A definição de arte para o filósofo Kant é a produção de uma satisfação desinteressada.
História da Arte
Desde os mais primitivos tempos podemos encontrar a essência do pensamento humano expressa das mais diversas formas, desde pinturas rupestres e esculturas a construções arquitetônicas que extrapolavam as comuns. Arte, religião e ciência sempre andaram juntas através dos tempos, sendo ela o principal produto de ligação do homem com o intelecto.
A importância da arte para a história humana está exatamente na sua relação direta com o momento histórico e cultural, refletindo aquilo que acontece em determinado momento e sendo trabalhada de forma artesanal, única e original.
Podemos, de uma forma geral, dividir a história da arte em grandes períodos: Arte Pré-Histórica (período anterior a 3000 a.C.), Arte Antiga (de 3000 a.C. até 1000 a.C.), Arte Clássica (de 1000 a.C. a 300 d.C), Arte Medieval (de 300 a 1350), Arte Moderna (1350 a 1850) e, finalmente, Arte Contemporânea (de 1850 aos dias atuais).
Estudar a história da arte, então, é estudar a história da evolução humana em nosso planeta, olhando através dos movimentos artísticos as modificações ocorridas em cada época. Em cada um dos períodos estudados podemos ter outras ciências nos auxiliando a entender o momento histórico, como a arqueologia, a paleografia, a própria literatura que também é uma manifestação artística, e diversas outras.
Através dos tempos podemos dividir a história da arte tanto pela sua manifestação globalizada, como a arte primitiva ou arte pré-histórica, como também pela regionalização, como a arte grega, a arte romana, a arte moçambicana, a arte indiana, quando vamos entender o processo evolutivo e cultural de cada uma de suas ramificações.
Tipos de Artes
Para classificar os diversos tipos de artes costumamos dividi-las em categorias, como artes plásticas, por exemplo, que inclui a pintura e a escultura, ou também dividi-las por técnicas, através dos materiais utilizados na expressão (aquarela, óleo e guache são técnicas da pintura).
Ainda podemos classificar por gêneros. Na literatura, exemplificando, podemos ter comédia, romance, ficção científica, da mesma forma que no cinema. São temáticas e estilos inseridos na forma de arte apresentada.
De uma forma mais ampla costumou-se classificar as artes numa lista que se tornou comum nos dias de hoje. Assim, temos a música como primeira arte; a dança e coreografia como segunda; a pintura como terceira; a escultura como quarta; o teatro como quinta; a literatura como sexta arte.
No final do século XIX começou a surgir o que é conhecido como sétima arte: o cinema. Mas a evolução tecnológica ainda nos apresenta mais quatro tipos de arte, que entraram na lista na seguinte ordem: oitava arte, fotografia; nona arte, histórias em quadrinhos; décima arte, jogos de computador e vídeo e, pelo menos até o momento, décima primeira arte, a arte digital, que possibilita uma gama imensa de variações, estilos e gêneros.
Arte Moderna
Nos dois últimos séculos da história surgiram novas expressões da arte, caracterizando-se o que denominamos arte moderna, onde podemos perceber a influência da Revolução Industrial e de toda a tecnologia advinda dessas transformações.
Os artistas, em vez de se limitar a copiar a natureza e a realidade como antes, criaram novos estilos, rompendo as regras na busca de uma melhor expressão da vida moderna. Assim, caracterizou-se que o objetivo da arte não era apenas a representação do visível, mas a expressão emocional e sensível do que estava na mente do artista.
Suas variações encontraram, finalmente, até mesmo em designers e arquitetos, uma funcionalidade para o cotidiano. É comum hoje procurarmos móveis feitos por designers, que sejam mais adaptados ao nosso estilo e forma de ver a vida, ou mesmo de buscar nos arquitetos soluções artísticas que nos possam trazer o prazer de viver em um projeto original e único, de acordo com nosso pensamento e estilo.
Os tipos, estilos e variações de arte hoje estão classificadas como arte contemporânea, quando novos desafios se impõem aos artistas para projetar suas ideias.

fonte: https://www.significadosbr.com.br/arte