terça-feira, 24 de maio de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
domingo, 8 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
As fotos são tantas e as obras tão lindas, que fica dificil escolher o que postar, assim so estou postando essas onde estamos, e estejam certos a beleza é tanta que não dá para deixar de visitar.
Passeio a Pinacoteca do Estado de São Paulo
A Pinacoteca do Estado é um museu de artes
visuais, com ênfase na produção brasileira do século XIX até a
contemporaneidade, pertencente à Secretaria de Estado da Cultura. Fundada em
1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, é o museu de arte mais antigo da
cidade.
Está instalada no antigo edifício do Liceu de
Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto
Ramos de Azevedo, que sofreu uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo
Mendes da Rocha, no final da década de 1990.
O acervo original da Pinacoteca foi formado com
a transferência, do então Museu do Estado, hoje Museu Paulista da Universidade
de São Paulo, de 26 obras de importantes artistas que atuaram na cidade como
Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antônio Parreiras e Oscar Pereira da Silva.
Atravessou seu primeiro século de atividades
acumulando realizações e formou um significativo acervo, hoje com cerca de nove
mil obras. Passou por uma marcante transformação assumindo-se, gradativamente,
como um museu de arte contemporânea, comprometido com a produção de seu tempo,
com destacada presença no cenário artístico do País.
A Pinacoteca realiza cerca de 30 exposições e
recebe aproximadamente 500 mil visitantes a cada ano. O primeiro andar recebe
as exposições temporárias e o segundo é dedicado a mostra de longa duração de
nosso acervo. A área central abriga o Projeto Octógono Arte Contemporânea, e no
térreo estão as áreas técnicas, o auditório e a cafeteria.
O foco principal de todo trabalho desenvolvido
pela Pinacoteca do Estado de São Paulo é aprimorar a qualidade da
experiência do público com as artes visuais por meio do estudo, salvaguarda e
comunicação de seus acervos, edifícios e memórias; da consolidação e ampliação
desses acervos; e do estímulo à produção artística.
Achei muito interessante quando comentei com
meu cunhado que fui visitar a Pinacoteca, e ele falou é então estudei lá, e
perguntei como? Ele me explicou que estou lá quando era o Liceu de Artes e
Ofícios, certamente existem muitas pessoas que estudaram no prédio e que hoje
não conhecem os lindos trabalhos que lá estão expostos.
Apesar de morar em São Paulo, há 46 anos, nunca
tinha ido visitar a Pinacoteca, e fiquei deslumbrada com tantas coisas bonitas,
a estrutura diferente do prédio, pela disposição de espaços também me chamou
muito a atenção, inclusive com o espaço central, que possibilita a exposição de
obras de tamanho grande como estava exposto no dia que fomos.
Além das obras internas da Pinacoteca, ainda
tivemos o prazer de passear no parque da Luz, onde tem muitas esculturas ao ar
livre, além de toda uma beleza da natureza dentro da cidade de pedra.
Com aspecto de enriquecimento cultural, foi
muito especial esse passeio, e talvez se não tivesse o trabalho para fazer,
pudesse passar mais 46 anos em São Paulo, e não ter o privilégio de ver coisas
tão belas e tão próximas, essa possibilidade criada pela Professora Maria Elena
Roman, na matéria de Metodologia de Artes, aguçou a minha curiosidade que já
me fez planejar outros passeios em lugares históricos e outros tipos de museus
onde vou poder ampliar meus conhecimentos e com isso certamente terei um
repertorio maior para em breve dividir com meus alunos, hoje dividindo com
amigos e colegas de sala.
Fonte de pesquisa: http://www.pinacoteca.org.br
No
ponto de vista da Silvia:
Gosto
muito de visitar a Pinacoteca, o museu possui belas artes, várias amostras de
quadros, de pintores famosos inclusive brasileiros, possui um grande arsenal de
objetos culturais, todas as vezes que vou, há sempre algo diferente nunca está
igual, a arquitetura é interessante, monumentos históricos e acervos
espetaculares, tem uma cafeteria do lado de fora, com visão para a praça da
luz, por sinal a praça chama muito atenção pelas obras nela expostas, caverna
onde pode visualizar o aquário, uma gruta, chafariz entre outros.
Apesar de tantas coisas atraente a praça
precisa de melhores cuidados, pois possui muitas belezas que precisam serem
zeladas
Do
ponto de vista da Maria Socorro
A Pinacoteca do
Estado de São Paulo é um dos museus mais importantes do Brasil.
Ocupando um prédio
construído em 1900, no jardim da Luz, centro de São Paulo, foi projetado por
Ramos de Azevedo.
Sua inauguração
aconteceu em 14 de novembro de 1905
Arquitetos: Paulo
Mendes da Rocha, Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi.
A implantação do atual Núcleo de Ação Educativa, em 2002, originou-se da
responsabilidade de reconstruir um polo ativo de atividades educativas capazes
de potencializar a fruição e a compreensão das obras pertencentes ao rico
acervo da Pinacoteca de públicos cada vez mais amplos.
A partir de uma pesquisa preliminar que buscou conhecer o perfil do
visitante frequentador do museu, foram percebidas as necessidades educativas
desse segmento, mas principalmente identificou-se aquele público que não
participa desse universo.
Assim, os objetivos do Núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca estão
voltados a desenvolver ações educativas a partir das obras do acervo, promover
a qualidade da experiência do público no contato com as obras, garantir a ampla
acessibilidade ao museu, além de incluir aquelas pessoas que habitualmente não
são frequentadoras, e incentivá-las à visitação.
Essa série de desafios educativos, em consonância com a relevância do acervo a ser tratado, impulsionou a organização de diferentes ações que,
embora formuladas como programas autônomos, atuam em sinergia, trocando
constantes experiências sob uma diretriz pedagógica comum.
A proposta dos programas educativos é atuar por meio de estímulos
capazes de estabelecer diálogos com os visitantes, tendo como ponto de partida
sua percepção, interpretação e compreensão das obras enfocadas, para a
construção de significados possíveis.
A visita a Pinacoteca
foi relevante para a minha estrutura acadêmica e também para o meu crescimento
como pessoa, por que lá é um ambiente que agrega conhecimento e faz muito bem a
autoestima, por isso e por muito mais é que, eu recomendo.
Do ponto de vista da Irani:
A Pinacoteca é um
acervo de exposições aberto a os públicos, que mostra as obras feitas de bronze,
gesso e variedades de quadros pintados tinta à óleo, com histórias verídicas do
nosso Brasil.
Todas esculturas tem o objetivo de
encantar os visitantes com seus detalhes definidos e suas origens.
O acervo é um lugar de apoio aos
estudantes fazerem seus trabalhos escolares, tem fácil acesso pela estação da
luz, é um museu de enriquecimento para o estudo cientifico.
sábado, 9 de abril de 2016
sexta-feira, 8 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
VISITA AO MUSEU
AFRO
O Museu foi inaugurado em 2004, na gestão de Marta Suplicy a partir da
coleção particular do Diretor Curador Emanoel Araújo, o Museu Afro Brasil
construiu, ao longo de 10 anos, uma trajetória de contribuições decisivas para
a valorização do universo cultural brasileiro.
Localizado
dentro do Parque do Ibirapuera, o museu conta com três pisos, de esplêndidas
obras compostas com os mais diversos tipos como: fotos, livros, roupas típicas,
esculturas, e coisas que são imagináveis para quem não foi visita-lo.
As obras
contam a história da chegada dos africanos no Brasil desde o seu primórdio e
toda a sua trajetória, através de obras diversificadas, e com o resgate da
cultura Afro-Brasileira.
O museu conta
com uma programação efetiva, aberto à visitação do público e conta também com
exposições agendadas e projetos e programas culturais, tendo ainda um teatro com
capacidade para 150 pessoas, assim existem múltiplas possibilidades de
trabalhos a serem realizados no ponto de vista acadêmico, cabendo ao educador
usar a sua criatividade e conhecimentos para realizar um trabalho grandioso ,
podendo agendar uma visita, e então fazer um trabalho antes, e então uma visita
focada, e posteriormente um trabalho para a conclusão da visita, a riqueza das
obras são tantas que fica difícil fazer uma escolha por determinada linha.
Um educador
criativo, poderá, mesmo sem a possibilidade de o grupo todo fazer a visita em
uma mesma data, solicitar que os educandos visitem o museu, após uma explanação
do museu, com uma amostragem do site, para que os mesmos tenham uma ideia do
que vão encontrar, e então preparar uma sequência didática, sobre o assunto,
gerando com isso conhecimentos imensuráveis em diversas áreas, como: português,
história, geografia e artes mais especificadamente.
Do ponto de
vista da integrante do grupo, Silvia:
O museu, afro
brasileiro tem um acervo riquíssimo de detalhes, que fala da cultura africana,
como a escravidão, dos conhecimentos e reflexões a respeito da linguagem da
cultura afro brasileiro, desde o período colonial até os dias de hoje. Porém
nem todos os acervos são identificados, o que dificulta à análise.
Muitas
pesquisas ficam no imaginário e na interpretação do visitante. O museu tem
muita riqueza histórica e artística do povo africano como suas religiões afro
brasileiro, memória e história das artes plásticas, exibe obras variadas, só
falta instrutores para que o povo possa usufruir e adquirir muito mais
conhecimento da cultura afro que é tão rico.
No olhar da
integrante do grupo Maria Socorro:
O Museu
Afro-Brasil tem mais de cinco mil obras, que abrange diversas áreas de múltiplos
universos culturais, como africanos, indígenas e como o nome já explícita afro-brasileiro.
Os espaços são divididos tematicamente, ou seja, o acervo abrange aspectos da
arte, na religião afro-brasileira, do catolicismo popular, do trabalho escravo,
das festas populares, assim registrando os fatos históricos, artísticos. São as
importantes contribuições africanas para a composição do povo brasileiro.
Sua coleção dispõe
de gravuras, desenhos, pinturas, esculturas, aquarelas, documentos históricos,
fotografias, mobiliário, primárias, cestarias, cerâmicas, obras têxteis; entre
outras obras feitas desde o século XVI até os dias atuais.
Ao visitar o
museu fica difícil destacar o que mais chama a atenção, porque tudo lá é
encantador, além das exposições permanentes existem as itinerantes.
O que eu posso
afirmar em relação a tudo que vi é que gostei muito, fiquei maravilhada com a
variedade de convencimento que o museu oferece, porém ficaria mais satisfeita, se
lá existisse um guia permanente para explicar o significado das obras. Por que
não é fácil fazer as leituras internas e externas de uma obra, até mesmo quem
tem mais conhecimento, tem dificuldades nesse sentido.
A minha visita
ao museu foi muito gratificante, conheci obras que nem imaginava, lá é bem
aconchegante o visitante fica à vontade, só falta instrutores para orientar
sobre algumas obras.
É um ótimo
para passear, pesquisar e conhecer muito da cultura afro brasileiro foi muito
bom, gostei e recomendo.
Na visão da
Integrante do grupo, Irani:
O museu Afro
atrai as pessoas pela história verídica da África. O local mostra fotos e
alguns relatos e histórias sobre os líderes que comandavam algumas aldeias,
mostra claramente o sofrimento dos negros, as maneiras como eram os castigos e
o tronco que ficavam presos. O museu atrai pessoas de várias culturas, mobiliza
as pessoas diante o racismo, muitos com certeza saem do museu encantados e com
seus conceitos repensados.
O museu afro
brasileiro, atraí gente dos quatro cantos do planeta interessados em conhecer
esse patrimônio, onde abarca diversos dos universos culturais africanos e afro
brasileiros. O museu trabalha sobretudo na ideia de autoestima. Por isso temos
que contar toda a história, arte e memória que está escrito na História geral
do Brasil.
Dentre as mais
diversas obras podemos destacar as fotos que estão postadas.
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